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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cuidado com o aparelho de ar condicionado!


Agora no verão que os termômetros ultrapassam os 30ºC durante o dia, o ar condicionado se torna um dos principais aliados dos brasileiros em casa, no carro e ou no trabalho. 
 
Frequentemente utilizado para aliviar o calorão, o eletrodoméstico, no entanto, precisa ser usado com cuidado para não oferecer riscos à saúde devido ao famoso choque térmico.

As mudanças bruscas da temperatura corporal que acontecem quando alguém passa de um ambiente muito frio para um lugar mais quente, ou vice-versa, podem desencadear gripes, problemas respiratórios, dores musculares, além de fortes crises em pessoas que apresentam rinites alérgicas, bronquites, asma, sinusites e DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica). 


Lógico que não estou fazendo campanha para não ficar no ar condicionado precisa apenas ser usado com cuidado para não oferecer riscos à saúde, afinal mudanças bruscas da temperatura corporal que acontecem quando alguém passa de um ambiente muito frio para um lugar mais quente, ou vice-versa, podem causar gripes, problemas respiratórios e dores musculares.

Por essa razão, é preciso estar atento à regulagem dos aparelhos, principalmente durante a temporada de verão. Nesta época a temperatura do ar-condicionado deve ficar entre 21ºC e 23ºC para evitar o contraste entre os ambientes e qualquer tipo de desconforto.

Antes de sair de um local frio para outro mais quente, vale a pena colocar um agasalho (blazer, colete) até que a temperatura do corpo se equilibre e volte ao normal, evitando assim o choque térmico. 



Outro alerta importante diz respeito a quem passa horas a fio sob a ação do equipamento, já que a exposição excessiva ao clima resfriado resseca a mucosa do nariz, responsável por defender o organismo da entrada de bactérias no pulmão. Para minimizar o problema, a dica é utilizar recursos que ajudem a umidificar as vias respiratórias, como a aplicação de soro fisiológico ou gel nasal no nariz, a ingestão de bastante líquido de forma fracionada e até mesmo a colocação de um recipiente com água no local enquanto os aparelhos estiverem ligados.

Fundamental para proteger a saúde a higienização, manutenção do ar condicionado também não pode ser esquecida nesta estação. Assim serão evitados os riscos, pois geralmente acumulam fungos, bactérias e ácaros.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Semente de abóbora


Você faz uso desta semente na sua alimentação?

O forte dessa semente é o zinco, mineral essencial ao sistema imunológico, além do selênio e o magnésio, minerais também aliados à nossa defesa.



Vale investir na semente de abóbora em períodos de gripe, resfriado, por causa das suas fibras solúveis. É uma substância capaz de estimular o crescimento das bactérias boas no intestino, favorecendo a absorção de nutrientes e a produção de anticorpos, mecanismo que aumenta a imunidade.

O alimento ainda tem uma boa dose de proteína e gordura insaturada, na maior parte, além de vitaminas (ácidos fólico ,niacina e vitamina E). O ideal segundo nutricionistas é consumir 1ou 2 colheres se sopa da semente torrada ,com a casca e sem sal.

Sozinha, como opção de petisco ou lanchinhos ou polvilhada na salada, na sopa ou no refogado de legumes são as melhores indicações.
 
 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Água termal


Desculpem pela ausência nas postagens, para me redimir procurei ser bem útil na dica! Aproveitando para desejar um ano com muita saúde, paz e beleza para todos nós.





Você faz uso de água termal? O cosmético pode parecer só água, mas ajuda na hidratação e até mesmo na cicatrização da pele.

 

A água termal tem sim feito para quem acompanha o mundo dos cosméticos. E por mais que no rótulo informe que ela só contém água, a composição do líquido é o fator mais importante e que justifica inclusive o preço do cosmético.

 

"Ela conta com uma composição específica, pois passa por um processo de filtração próprio, que mantém seus minerais em ótimas condições e não apresenta bactérias", enumera a dermatologista Edislene Viscardi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, a água termal tem menos sódio em sua composição e é mais rica em selênio, cálcio e manganês, quando comparada à água mineral.




Caso você não conheça, normalmente é comercializada em spray, e deve ser borrifada sobre a pele 
antes de passar ou retocar o filtro solar, para não anular essa proteção.

 

Alguns cremes e loções hidratantes, podem vir enriquecidos com água termal, para otimizar sua ação calmante e suavizante na pele. O ideal é passar o suficiente para cobrir a área do corpo, mas não há problema no uso excessivo, já que o produto é apenas água com concentrações relevantes de minerais. 


 Gosto muito de fazer uso, principalmente no rosto. Uso e indico!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Cigarro, prazer ou medo?




A Austrália foi, recentemente, o primeiro país a entrar no que parece ser o futuro das embalagens de cigarro. A partir de dezembro de 2012, todas as marcas usarão as mesmas caixas, nas mesmas cores, com uma das várias imagens chocantes alertando sobre os riscos de fumar. Agora é lei no país.

 A única diferenciação entre, digamos, um Marlboro Light e um Lucky Strike mentolado, será um dizer na frente da caixa. Estará escrito sempre no mesmo lugar, na mesma cor, e no mesmo tipo de letra a marca e o tipo do cigarro.

Não haverá diferenciação estética alguma nas embalagens.
 
 

Há poucas décadas, o cigarro era visto como algo completamente inofensivo, com o tempo e a descoberta dos seus malefícios pela medicina, foi se tornando clara a necessidade de estampar grandes alertas nas embalagens. Quase todos os países hoje em dia trazem estes alertas.

A lei australiana, portanto, apesar de impressionar pela inovação, tem tudo para ser apenas a indicação de uma tendência. No futuro, os cigarros de tabaco tenderão a ser algo tão genérico quanto outros tipos de droga. Ou você vê alguém comprar maconha ou qualquer outra droga pela marca?

Se essa lei um dia entrará em vigor no Brasil, não sei! Vamos aguardar!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Candidíase, você conhece os sintomas?


É uma infecção causada por um fungo (na maioria das vezes, a Candida albicans) e deixa a área afetada inflamada. Apesar de geralmente atingir a região genital feminina, não é transmitida exclusivamente por relações sexuais, mas por qualquer tipo de contato.
 
 

Não é considerada uma DST, porém o fungo é oportunista e o desenvolvimento depende das condições de defesa do hospedeiro. Ele pode inclusive habitar o trato digestivo, principalmente o intestino, e contaminar a área genital, que tem calor e umidade e é o ambiente ideal para que o fungo se prolifere quando a imunidade está baixa. A boca também é um dos locais onde a doença se manifesta.
 
 

O sintoma mais comum da doença é a coceira. Mas é importante ficar atenta também para o ardor e o edema da região vulvovaginal. Também é comum ocorrer um corrimento esbranquiçado, grumoso e inodoro.

Outra consequência bem chatinha é a dor durante as relações sexuais e ao urinar. Para passar bem longe da candidíase, a principal dica dos ginecologistas é usar somente roupas íntimas de algodão, pois outros tecidos podem manter a região vaginal úmida e quente, facilitando o desenvolvimento dos fungos.
 

Em alguns casos também é recomendado dormir sem calcinha, não usar absorvente íntimo diário e evitar roupas muito justas. Durante o banho a dica é lavar a região apenas com sabonete de pH neutro.

Na grande maioria das vezes, a candidíase não traz consequências mais sérias. Mas, além do incômodo e do fato de ela poder facilitar infecções por outros agentes, é importante procurar seu médico o mais rápido possível.
 
 

Se a candidíase é incômoda, eliminá-la não tem nada de complicado, ainda bem! O tratamento é bem tranquilo e fácil de ser realizado. Na maioria dos casos, usa-se um creme vaginal e um comprimido via oral para o casal, quando se tem vida sexual ativa. Afinal, se você foi contaminada, provavelmente seu parceiro também foi.

Caso tenha alguma dúvida ou sugestão, nos escreva! Esse é o objetivo do nosso blog.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Sal Rosa do Himalaya


 
Sal muito rico nutricialmente, possui mais de 70 oligoelementos (minerais, dentre eles o zinco, magnésio, cálcio, etc).

Ele deve ser utilizado na mesma proporção que o sal da cozinha comumno preparo de carnes, peixes, frango, saladas e vegetais.

O sal do Himalaya não sobrecarrega o seu corpo como outros sais fazem. Cristais de sal natural sempre promovem um equilíbrio saudável e não contribui para a pressão arterial elevada como o sal de mesa comum.

Comercializado em lojas de produtos naturais, orgânicos ou pela internet. Eu já estou fazendo uso e espero que você também utilize nas suas refeições!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Semana Internacional da Tireóide


 

O objetivo da  Semana Internacional da Tireóide é aumentar o conhecimento sobre temas e problemas relacionados à tireóide.

Problemas relacionados à tireoide continuam despercebidos, ainda nos dias atuais. Os sintomas são interpretados como simples sinais de estresse ou depressão.  




A campanha deste ano é sobre ‘tireóide e infertilidade’. Muitas mulheres têm dificuldades para engravidar. Embora a infertilidade possa ter muitas e variadas causas, certamente o distúrbio tireoidiano é uma delas.

Os hormônios produzidos pela glândula tireóide estão em contínua interação com outros, principalmente hormônios sexuais. Para preservar uma função reprodutiva normal em homens e mulheres, a glândula tireoide tem que funcionar adequadamente. Caso contrário, pode prejudicar a fertilidade do homem e da mulher. Antigamente não se considerava que os hormônios da tireoide afetavam a fertilidade masculina, no entanto, atualmente estes estão reconhecidos por seu importante papel, por exemplo, na produção de espermatozoides.

Tendo em vista que a doença tireoidiana é um distúrbio endócrino comum nas mulheres em idade fértil, uma das primeiras investigações quando um casal tem dificuldades para procriar deveria ser sobre a tireóide.


 
A boa notícia sobre o fato de a tireóide ser uma das causas da infertilidade é que esse problema é reversível, com tratamento adequado.

O objetivo dessa postagem é te incentivar a marcar uma consulta com o endocrinologista da sua confiança. O melhor tratamento parte da prevenção! Esse também é o papel da W.ESTHÉTIQUE.
 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Suplemento Esportivo





Cada vez mais popular entre os praticantes de atividades físicas, porém ainda sem o conhecimento adequado da maioria, os suplementos nutricionais têm seu papel de relevância e importância no meio não competitivo e agora são os queridinhos da vez das salas de musculação. Mas quem pode usar e o que usar?


Nos últimos três anos a comercialização de suplementos esportivos no Brasil triplicou, o que reflete a procura e o interesse crescente por tais substâncias no país. Nos Estados Unidos, referência neste mercado, nem há comparação estatística com o Brasil, pois lá o acesso, a informação e o custo tornam estes produtos completamente difundidos e utilizados pela população em geral.



No entanto, o que se observa, é que o uso desses suplementos geralmente se inicia por meio de um amigo da academia, um professor ou até mesmo pelo próprio vendedor da loja de suplementos, que muitas vezes são os que detêm a maior parte do conhecimento deles neste meio, sem nenhum tipo de acompanhamento ou orientação médica ou nutricional.


Isso reflete a falta de discussão sobre este assunto, muitas vezes marginalizado por uma imagem preconcebida de que tais substâncias são maléficas, ou servem apenas para objetivos puramente estéticos, ou ainda, são associados com anabolizantes hormonais (conhecidos como bombas).

É importante citar que o abuso de tais substâncias ou a não necessidade delas no organismo também acarreta prejuízos.




A suplementação, de forma alguma, deve ser generalizada para todos, uma vez que cada organismo tem a sua particularidade, o seu nível de necessidade. O que é benéfico para uns, pode trazer intolerâncias e até alterações para outros, e todos os excessos podem acarretar desde ganho de peso excessivo até toxicidades.

Um acompanhamento personalizado é necessário em todos os casos. Contamos com nutricionista na W.ESTHÉTIQUE e indicamos médicos caso haja necessidade de acompanhamento.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Dieta combate doença celíaca


Muitas pessoas passam anos sentindo distúrbios gastrointestinais crônicos sem causa aparente, e sem desconfiar que a origem destes problemas pode estar relacionada ao consumo de glúten, proteína encontrada em alimentos que fazem parte da dieta diária da maioria dos brasileiros, como pães, massas e cereais.

Estima-se que ela atinja 1 em cada 300 indivíduos, sendo a incidência duas vezes maior em mulheres.

A doença celíaca tem mecanismo semelhante ao de uma alergia, ao entrar em contato com o glúten, o sistema imunológico entende que se trata de um corpo estranho e se volta contra ele, levando aos sintomas gastrointestinais mais comuns como diarreia intensa e repetitiva, além do desconforto abdominal.


O celíaco pode apresentar, ainda, perda de peso, anemia, distensão abdominal, cansaço e indisposição. No caso das crianças, pode haver comprometimento do desenvolvimento, baixa estatura, vômitos, enfraquecimento muscular e dores abdominais recorrentes.

Alterações nas enzimas do fígado, da pele, e a perda da capacidade de absorção dos nutrientes são outras consequências que podem ser geradas pela doença celíaca. O intestino perde as partes sinuosas reduzindo a capacidade absortiva.

Com isso, é possível desenvolver quadros de anemia, desnutrição, osteoporose e alguns tipos de tumores, principalmente os linfomas do aparelho digestivo.

Diante dos problemas desencadeados pelo consumo de glúten, uma alimentação livre dessa proteína é o tratamento mais eficaz para controlar a doença.



Ao invés do trigo, aveia, centeio, cevada e malte, bem como seus derivados, entre eles a farinha e os cereais matinais, é possível utilizar maisena, farinhas de milho, de batata, de arroz, de soja e de mandioca como ingredientes. Biscoitos, pães e confeitos podem ser feitos de arroz ou de polvilho. Canjica, flocos de milhos e de arroz também são ótimas alternativas.

Converse com o seu gastroenterologista ou nutricionista, conte com a W.ESTHÉTIQUE.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Saiba mais sobre dois problemas comuns de pele: eczema e psoríase

A psoríase é uma manifestação inflamatória em que o processo de renovação celular é acelerado. O eczema ou dermatite atópica, por outro lado, está ligado à predisposição à asma ou rinite alérgica. Entenda as diferenças destes problemas tão comuns de pele.

Eczema
Também conhecida como dermatite atópica é uma doença que causa coceira e inflamação na pele. Geralmente, afeta dobras de joelhos e cotovelos, rosto, mas também pode cobrir a maior parte do corpo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Geralmente aparece antes dos três anos de idade e muitas vezes continua ao longo da vida. O eczema não é contagioso. Estudos indicam que as doenças atópicas são geneticamente determinadas ou herdadas. Uma criança com um pai que tem uma condição atópica tem uma chance em quatro de ter alguma forma de doença atópica.

O eczema geralmente aparece nas seguintes circunstâncias: quando a pele entra em contato com qualquer substância irritante como sabão ou alvejante, quando é exposta à água por muito tempo sem que se aplique um hidratante em seguida, quando há mudanças sazonais ou de umidade. Os sintomas incluem pele seca, descamação e coceira, fendas atrás da orelha, vermelhidão no rosto, braços e pernas que melhoram e pioram alternadamente. Durante as erupções podem se desenvolver úlceras com secreções e crostas devido ao ato de coçar ou por infecção.

 
 
 Psoríase
Existe uma tendência pessoal determinada pela genética para se desenvolver o transtorno. Segundo os especialistas, dois terços da população têm psoríase, uma manifestação inflamatória em que o processo de renovação celular é acelerado. Esta renovação normalmente leva um mês, na psoríase ocorre em poucos dias, porque as células se movem rápido demais.
 
 
Na maioria dos casos, a psoríase provoca manchas de pele grossa, vermelha, com escamas esbranquiçadas. Estas placas podem causar coceira ou dor e aparecem com mais facilidade nos cotovelos, joelhos e outras partes das pernas, couro cabeludo, parte inferior das costas, rosto, palmas das mãos e solas dos pés. Mas também pode ocorrer em outros lugares, incluindo as unhas das mãos e dos pés, genitais e no interior da boca.

O objetivo no tratamento da psoríase é controlar a crise e deixar a pele sem lesões. Infelizmente ainda não há cura definitiva que elimine a tendência a se desenvolver novas placas. O sucesso no tratamento depende da gravidade da doença, do tamanho das placas, do tipo de psoríase e de como o paciente reage a determinadas prescrições, que não funcionam da mesma forma para todos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Estudo genético do câncer de mama promete desenvolver novo tratamento


 

Um estudo publicado na revista científica Nature promete revolucionar o tratamento do câncer de mama e por acreditar que tudo que for descoberto, estudado só faz bem para a nossa expectativa de vida e saúde, com certeza é muito importante que seja mostrado aqui no blog.

Pesquisadores americanos anunciaram o mais completo mapeamento genético da doença. Foram identificados quatro tipos diferentes de câncer de mama. Com base nessas informações, os cientistas acreditam que podem ser desenvolvidos tratamentos e remédios mais eficazes, nos próximos anos.

Isso abre uma perspectiva diferente de tratamento, onde se pode usar esses alvos genéticos de maneira mais específica e, obviamente, colher um resultado melhor do tratamento, afirma a pesquisa.

Ainda não há uma data definida para o início do novo tratamento. É preciso esperar os resultados dos estudos clínicos sob essa nova ótica.

O estudo mostrou uma semelhança entre o câncer de mama e o câncer de ovário. A possibilidade de utilizar os mesmos tratamentos do câncer de ovário para o câncer de mama aumenta o arsenal terapêutico e pode proporcionar um resultado melhor.

Por enquanto vamos ficar na torcida para que esse estudo seja logo colocado em prática, afinal perder tempo significa perder vida!


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Saiba mais sobre a relação frango X hormônio

Desde que a produção intensiva de aves teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves, para serem produzidas, necessitam da adição de hormônios em suas dietas.

 
Recentemente foi divulgada uma pesquisa publicada pela UFRGS,   Antônio Mário Penz Júnior, Engenheiro Agrônomo, PhD em Nutrição Animal, onde afirma que esta constatação é absurda e, em algumas circunstâncias, tem comprometido o setor, que fica obrigado a justificar-se, quando na verdade não há qualquer razão para tal.

Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais.
Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos, a cada ano, precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. O estudo insiste no questionamento de que as aves não dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.

Porém, ainda no campo da especulação, seria impossível o desconhecimento de qualquer benefício dos hormônios, pois a literatura técnica disponível é universal e de livre acesso. E aqui está o ponto mais importante, a maioria das informações disponível na literatura internacional indica resultados controversos de qualquer hormônio no beneficio do desempenho dos frangos de corte.

Um outro fator complicador dentro deste tema é que além dos resultados serem tremendamente contraditórios, os níveis que estes produtos deveriam ser utilizados, para eventualmente responderem, fariam com que seus custos de aplicação ficassem completamente inviáveis.
 
 
Um aspecto importante e que não pode ser ignorado é que um número significativo de empresas avícolas brasileiras exporta frangos de corte para mais de 100 países. A propósito, nosso país é o maior exportador mundial de frangos, superando exportadores tradicionais como os Estados Unidos da América e França. Como a indústria brasileira poderia correr mais este risco de ter seu produto condenado pela presença de alguma substância que viesse a comprometer a qualidade do produto exportador? Aliás, a cautela da indústria brasileira é muito grande e várias substâncias, além de hormônios, não aceitas internacionalmente, não são usadas mesmo nas dietas de frangos que serão consumidas no Brasil para evitar qualquer risco de contaminação cruzada e que poderia comprometer nossas relações comerciais com outros países.

Então, a pergunta que fica é por que as aves produzidas pela indústria avícola brasileira são tão precoces e tão diferentes daquelas produzidas de forma extensiva, ou em fundo de quintal (galinhas caipira)?. Os frangos de corte produzidos pela indústria avícola, embora da mesma espécie daqueles produzidos extensivamente, são oriundos de linhagens comerciais, que vem sendo geneticamente desenvolvidas ao longo dos anos, exatamente para ser mais precoces e produzir carcaças de melhor qualidade.
 
Dentro deste contexto, uma indagação frequente é aquela de por que as carcaças dos frangos de corte, produzidos pela indústria avícola, são muitas vezes menos amarelas, mais pálidas, e têm uma gordura menos consistente do que aquela das aves produzidas no fundo de quintal. A pigmentação dos frangos tem sido menos intensa pelo uso de alimentos que dispõem de menos pigmentos naturais em suas composições e, quando disponíveis, terminam sendo absorvidos pelas aves, como aqueles que têm no milho, alfafa e nos pastos, em geral. Porém, a coloração amarela em nada altera a qualidade nutricional da carcaça.

A gordura também é um problema bastante discutido e os geneticistas e os nutricionistas têm trabalhado intensamente para reduzir a sua concentração nas carcaças. Os avanços têm sido marcantes. Porém, a diferença da gordura das galinhas caipiras e dos frangos de corte de linhagens comerciais está baseada em dois aspectos essenciais. Inicialmente, as galinhas caipiras são abatidas mais velhas e a relação de água:gordura na carcaça é menor. Em outras palavras, aves mais velhas têm, proporcionalmente, menos água na carcaça e mais gordura e os pigmentos fixam-se fundamentalmente no tecido adiposo. Já os frangos de corte, de linhagens comerciais, são abatidos mais precocemente, onde a relação água:gordura na carcaça é maior e, proporcionalmente, têm mais água na carcaça. Isto dá à gordura da carcaça uma aparência menos firme e, eventualmente, menos amarela. Assim, todas estas diferenças de composição das gorduras das aves oriundas de diferentes linhagens são devidas as suas diferenças genéticas, período de criação e tipo de alimentação empregada.

Confundir hormônio com nutrientes como vitaminas, minerais, aminoácidos, etc. tem sido muito comum. Estas ondas podem prejudicar um setor dos mais modernamente desenvolvidos em nosso país e que tem gerado emprego, alimento e riqueza e que não pode ficar com a imagem de que está produzindo ave de forma irresponsável.
E você, o que pensa sobre este estudo? O que fica de dica é que precisamos ler mais sobre este assunto e até mesmo discutir com o nosso nutricionista e médico sobre o assunto.
 
 
Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.

Este fantástico progresso no desempenho das aves não está absolutamente sustentado na perspectiva milagrosa de que um determinado produto (hormônio), quando adicionado à alimentação daqueles animais, possa promover um rápido crescimento. Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais. As aves são os animais domésticos que têm o maior número de pesquisadores trabalhando para melhor conhecê-las e melhor produzi-las. Inclusive é significativo o número de informações que têm sido obtidos destes estudos e que são aplicados na produção de outros animais domésticos e também para melhorar o bem estar dos seres humanos. Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos a cada ano precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. Esta estimativa vêm se confirmando e tudo indica que pelo menos até os próximos anos estes valores continuarão sendo observados. Mais uma vez insisto no questionamento de que todo o avanço tecnológico não pode estar baseado na maior ou menor quantidade de hormônio que as aves possam receber diariamente. Ou que elas dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.

Este fantástico progresso no desempenho das aves não está absolutamente sustentado na perspectiva milagrosa de que um determinado produto (hormônio), quando adicionado à alimentação daqueles animais, possa promover um rápido crescimento. Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais. As aves são os animais domésticos que têm o maior número de pesquisadores trabalhando para melhor conhecê-las e melhor produzi-las. Inclusive é significativo o número de informações que têm sido obtidos destes estudos e que são aplicados na produção de outros animais domésticos e também para melhorar o bem estar dos seres humanos. Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos a cada ano precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. Esta estimativa vêm se confirmando e tudo indica que pelo menos até os próximos anos estes valores continuarão sendo observados. Mais uma vez insisto no questionamento de que todo o avanço tecnológico não pode estar baseado na maior ou menor quantidade de hormônio que as aves possam receber diariamente. Ou que elas dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.E vocè E jk
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