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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Retarde o envelhecimento modulando os seus hormônios

Você tem ido ao endocrinologista e ou ginecologista, no caso das mulheres? Acompanhamento médico e realização de exames de rotina também são grande aliados do envelhecimento saudável!



Os nossos hormônios são como mensageiros químicos do corpo responsáveis pelo crescimento, desenvolvimento, funções reprodutivas, ativadores de reações como o metabolismo e manutenção celular. Penetram no núcleo das células e comandam reações determinando qual função ela deve exercer e como deve se relacionar com as outras células. Os hormônios estão para o nosso corpo assim como os controladores de voo estão para os aeroportos.
Ao contrário do que parece a secreção dos hormônios não diminuem porque estamos envelhecendo e sim envelhecemos porque os nossos níveis hormonais diminuem. O que não significa que se recuperarmos os níveis destes hormônios voltaremos a ser jovens, mas poderemos retardar este envelhecimento e reduzir doenças e danos no processo degenerativo.


A medicina tradicional, curativa, deve andar de mãos dadas com a medicina preventiva. Cada pessoa deve ser vista como um caso individual. Mesmo que duas pessoas tenham o mesmo sexo e idade, não significa que necessitam da mesma modulação hormonal. Dosar os hormônios é tão importante quando dosar o açúcar do sangue, hemograma e colesterol.

A dosagem hormonal deve fazer parte da rotina médica, marque sua consulta e fique bem com a sua saúde!


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Antienvelhecimento


Um parecer divulgado esta semana pelo Conselho Federal de Medicina condenou o uso de hormônios para tentar atrasar o envelhecimento.

O tratamento antienvelhecimento ou "antiaging" envolve a oferta de hormônios a pacientes que têm níveis dessas substâncias normais para sua idade. A proposta é que, junto com vitaminas e antioxidantes, a dose extra desses hormônios estimule o organismo a responder como quando jovem, por exemplo, recompondo massa muscular perdida.

Entre os hormônios usados com esse fim estão o do crescimento, a melatonina e o cortisol. Em alguns casos, são oferecidos hormônios "bioidênticos", com estrutura igual ao do hormônio natural e que seriam menos danosos.


 

Para o conselho, não há comprovação de vantagens da prática, usada de forma crescente tanto por jovens adultos quanto por idosos.

"Não temos evidências de que o uso desses hormônios em pacientes normais, para modulação do envelhecimento, tem base científica, mas temos o indicativo de que causam malefícios à saúde", afirmou Maria do Carmo Lencastre, de geriatra do CFM.

Os riscos vão de efeitos colaterais simples até o desenvolvimento de doenças graves, como câncer, diz Carlos Vital, 1º vice-presidente do CFM. Para ele, a prática é "propaganda enganosa".

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia tem visão semelhante e afirma que não existe à luz da ciência atual nenhuma maneira de retardar o envelhecimento com administração de substâncias, diz Salo Buksman.

Nos próximos meses, o conselho deve aprovar uma resolução proibindo a prática hormonal do antienvelhecimento. Indiretamente, ela já é desaconselhada hoje pelo Código de Ética Médico, que proíbe a prática de técnicas sem comprovação científica. Nos últimos quatro anos, cinco médicos foram cassados por essa prática.

Por outro lado Dr. Edson Luiz Peracchi, presidente da Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento, defende a administração criteriosa e progressiva de determinados hormônios e vitaminas e rejeita a ideia de rejuvenescimento. Exemplifica, "sua avó não vai deixar de ter 90 anos, mas vai ter uma condição metabólica interna compatível com 80 anos, 75, 60. E o médico sabe o quanto ela suporta de estímulo”.

Trago esta discussão para que avaliemos os nossos atos. O mais importante é saibamos envelhecer com saúde e qualidade de vida.
 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Saiba mais sobre a relação frango X hormônio

Desde que a produção intensiva de aves teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves, para serem produzidas, necessitam da adição de hormônios em suas dietas.

 
Recentemente foi divulgada uma pesquisa publicada pela UFRGS,   Antônio Mário Penz Júnior, Engenheiro Agrônomo, PhD em Nutrição Animal, onde afirma que esta constatação é absurda e, em algumas circunstâncias, tem comprometido o setor, que fica obrigado a justificar-se, quando na verdade não há qualquer razão para tal.

Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais.
Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos, a cada ano, precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. O estudo insiste no questionamento de que as aves não dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.

Porém, ainda no campo da especulação, seria impossível o desconhecimento de qualquer benefício dos hormônios, pois a literatura técnica disponível é universal e de livre acesso. E aqui está o ponto mais importante, a maioria das informações disponível na literatura internacional indica resultados controversos de qualquer hormônio no beneficio do desempenho dos frangos de corte.

Um outro fator complicador dentro deste tema é que além dos resultados serem tremendamente contraditórios, os níveis que estes produtos deveriam ser utilizados, para eventualmente responderem, fariam com que seus custos de aplicação ficassem completamente inviáveis.
 
 
Um aspecto importante e que não pode ser ignorado é que um número significativo de empresas avícolas brasileiras exporta frangos de corte para mais de 100 países. A propósito, nosso país é o maior exportador mundial de frangos, superando exportadores tradicionais como os Estados Unidos da América e França. Como a indústria brasileira poderia correr mais este risco de ter seu produto condenado pela presença de alguma substância que viesse a comprometer a qualidade do produto exportador? Aliás, a cautela da indústria brasileira é muito grande e várias substâncias, além de hormônios, não aceitas internacionalmente, não são usadas mesmo nas dietas de frangos que serão consumidas no Brasil para evitar qualquer risco de contaminação cruzada e que poderia comprometer nossas relações comerciais com outros países.

Então, a pergunta que fica é por que as aves produzidas pela indústria avícola brasileira são tão precoces e tão diferentes daquelas produzidas de forma extensiva, ou em fundo de quintal (galinhas caipira)?. Os frangos de corte produzidos pela indústria avícola, embora da mesma espécie daqueles produzidos extensivamente, são oriundos de linhagens comerciais, que vem sendo geneticamente desenvolvidas ao longo dos anos, exatamente para ser mais precoces e produzir carcaças de melhor qualidade.
 
Dentro deste contexto, uma indagação frequente é aquela de por que as carcaças dos frangos de corte, produzidos pela indústria avícola, são muitas vezes menos amarelas, mais pálidas, e têm uma gordura menos consistente do que aquela das aves produzidas no fundo de quintal. A pigmentação dos frangos tem sido menos intensa pelo uso de alimentos que dispõem de menos pigmentos naturais em suas composições e, quando disponíveis, terminam sendo absorvidos pelas aves, como aqueles que têm no milho, alfafa e nos pastos, em geral. Porém, a coloração amarela em nada altera a qualidade nutricional da carcaça.

A gordura também é um problema bastante discutido e os geneticistas e os nutricionistas têm trabalhado intensamente para reduzir a sua concentração nas carcaças. Os avanços têm sido marcantes. Porém, a diferença da gordura das galinhas caipiras e dos frangos de corte de linhagens comerciais está baseada em dois aspectos essenciais. Inicialmente, as galinhas caipiras são abatidas mais velhas e a relação de água:gordura na carcaça é menor. Em outras palavras, aves mais velhas têm, proporcionalmente, menos água na carcaça e mais gordura e os pigmentos fixam-se fundamentalmente no tecido adiposo. Já os frangos de corte, de linhagens comerciais, são abatidos mais precocemente, onde a relação água:gordura na carcaça é maior e, proporcionalmente, têm mais água na carcaça. Isto dá à gordura da carcaça uma aparência menos firme e, eventualmente, menos amarela. Assim, todas estas diferenças de composição das gorduras das aves oriundas de diferentes linhagens são devidas as suas diferenças genéticas, período de criação e tipo de alimentação empregada.

Confundir hormônio com nutrientes como vitaminas, minerais, aminoácidos, etc. tem sido muito comum. Estas ondas podem prejudicar um setor dos mais modernamente desenvolvidos em nosso país e que tem gerado emprego, alimento e riqueza e que não pode ficar com a imagem de que está produzindo ave de forma irresponsável.
E você, o que pensa sobre este estudo? O que fica de dica é que precisamos ler mais sobre este assunto e até mesmo discutir com o nosso nutricionista e médico sobre o assunto.
 
 
Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.

Este fantástico progresso no desempenho das aves não está absolutamente sustentado na perspectiva milagrosa de que um determinado produto (hormônio), quando adicionado à alimentação daqueles animais, possa promover um rápido crescimento. Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais. As aves são os animais domésticos que têm o maior número de pesquisadores trabalhando para melhor conhecê-las e melhor produzi-las. Inclusive é significativo o número de informações que têm sido obtidos destes estudos e que são aplicados na produção de outros animais domésticos e também para melhorar o bem estar dos seres humanos. Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos a cada ano precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. Esta estimativa vêm se confirmando e tudo indica que pelo menos até os próximos anos estes valores continuarão sendo observados. Mais uma vez insisto no questionamento de que todo o avanço tecnológico não pode estar baseado na maior ou menor quantidade de hormônio que as aves possam receber diariamente. Ou que elas dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.Desde que a produção intensiva de frangos de corte teve seu início, ainda na década de sessenta, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação, geralmente de leigos, de que estas aves para serem produzidas necessitam da adição de hormônios em suas rações. Na realidade, quando se trata de manifestações individuais e de pessoas de pouca representatividade pública, as conseqüências são irrelevantes. Entretanto, muitas considerações têm sido feitas por médicos, nutricionistas e representantes de entidades protetoras do bem estar da sociedade e que repercutem mais significativamente. Esta constatação é absurda e em algumas circunstâncias tem comprometido o setor que fica obrigado a justificar-se quando na verdade não há qualquer razão para tal, uma vez que a avicultura brasileira não usa deste expediente para ter o desempenho de suas aves favorecido.

Este fantástico progresso no desempenho das aves não está absolutamente sustentado na perspectiva milagrosa de que um determinado produto (hormônio), quando adicionado à alimentação daqueles animais, possa promover um rápido crescimento. Este progresso está baseado fundamentalmente em uma intensa atividade de pesquisa nas áreas de genética, nutrição, sanidade e no entendimento das relações destes conhecimentos através do manejo da produção destes animais. As aves são os animais domésticos que têm o maior número de pesquisadores trabalhando para melhor conhecê-las e melhor produzi-las. Inclusive é significativo o número de informações que têm sido obtidos destes estudos e que são aplicados na produção de outros animais domésticos e também para melhorar o bem estar dos seres humanos. Já no final da década de setenta, os pesquisadores, a partir dos dados de desempenho observados no passado próximo, podiam prever que os frangos a cada ano precisariam um dia a menos para atingir o mesmo peso obtido no ano anterior. Esta estimativa vêm se confirmando e tudo indica que pelo menos até os próximos anos estes valores continuarão sendo observados. Mais uma vez insisto no questionamento de que todo o avanço tecnológico não pode estar baseado na maior ou menor quantidade de hormônio que as aves possam receber diariamente. Ou que elas dependem da adição de hormônios para expressar seu potencial genético.E vocè E jk

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Irisina, você conhece este hormônio?





Uma pesquisa realizada pela Universidade Havard foi publicada pelas prestigiosas revistas científicas Nature, Cell e pela nacional Veja. Uma descoberta que com certeza vai revolucionar, pois os hormônios agem da química ao comportamento, do humor ao emagrecimento.

Data apenas de um mês o anúncio do detalhamento da ação da Irisina, o hormônio produzido pelos músculos com ação nas células de gordura. Fazia pelo menos duas décadas que não se via uma novidade tão impactante na área, afirmam os endocrinologistas do Centro de Pesquisas Clinicas.

Os estudos conduzidos pela Universidade Harvad, nos Estados Unidos, avaliaram o impacto da Irisina em camundongos. Durante três semanas, as cobaias praticaram uma hora diária de atividade física, em ritmo de caminhada rápida. A partir do 21ª dia, os animais produziram irisina em quantidade suficiente para ativar em determinadas células de gordura a termogênese. Ou seja, a Irisina tem o poder de acelerar o metabolismo do tecido adiposo (em até cinquenta vezes) e, portanto, de fazer emagrecer. Ao cabo de dez dias, apesar da inatividade física e do excesso de comida gordurosa, os roedores perderam 2 % do peso corporal o que, entre homens e mulheres, equivale a uma redução de 4 quilos em seis meses. Nenhuma outra substância, seja ela hormônio, alimento ou suplemento é capaz de aumentar nesse grau, e de forma tão rápida a velocidade de funcionamento do organismo.

A experiência com a Irisina em humano deve começar a partir de 2013. Confirmados os resultados obtidos com as cobaias, estará deflagrada a maior revolução no tratamento da obesidade desde os tempos da descoberta dos anorexígenos, na década de 40, afirmam os endocrinologistas. Trocando em miúdos, a Irisina é a ginastica em cápsula ou em gotas.

E você, o que achou desta descoberta? Estou ansiosa, este estudo promete ajudar muito os pacientes.
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